Razões para Optar por um Toyota Corolla

Saiba as vantagens do modelo!

O Toyota Corolla é um carro muito valorizado no Brasil. Em 2016, foram vendidos mais de 50 mil unidades do modelo, esse número superou as vendas do Civic, que era seu principal concorrente na época, que vendeu apenas 20 mil unidades no mesmo período.

O Toyota Corolla é um dos poucos carros que possui mais de uma opção de motor.

Hoje, o sedã japonês de gama média é oferecido com um motor 1.8 flex ou 2.0 flex, ambos flexíveis de transmissão, aspirado naturalmente e CVT.

A versão mais acessível do Corolla 2019 é exatamente a única com uma hélice Flex 1.8. Seu preço é de R $ 90.990.

Porém, se você quiser levar para casa o Corolla 2.0 com motor Flex 2.0, terá que pagar pelo menos R $ 105.990 pelo XEi, que é até o modelo mais vendido da linha.

Neste post, vamos considerar os motivos do tamanho dominante do sedã japonês.

Um aspecto que se destaca é a adequação da suspensão ao tipo de piso que temos no Brasil, que é resultado de um padrão sólido, McPherson na dianteira e eixo de direção semi-independente na traseira, com bom altura em relação ao solo, o que permite até mesmo algumas viagens off-road.

O Toyota Corolla 2018 é um carro que vem sendo otimizado há quase 20 anos e agora possui características que compatibilizam com a realidade dos consumidores desse tipo de carro.

Também há que ter em conta que o Toyota Corolla, apesar de ter sido produzido e desenhado por uma montadora japonesa, é um automóvel pensado para agradar ao consumidor americano que admira modelos com bom espaço interior e soluções práticas e uma suspensão suave que o brasileiro também prefere hoje, mas nem sempre foi assim.

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Nas décadas de 70, 80 e 90, quatro empresas instaladas no Brasil produziam carros tipicamente europeus: Volkswagen, Chevrolet, Ford e Fiat.

A Escola Europeia de Automóveis caracteriza-se por modelos com excelentes propriedades dinâmicas, preparados para horas de condução a velocidades superiores a 200 km/h, com extrema segurança, elevado rendimento na estrada e sem necessidade de elevada disponibilidade em regimes baixos.

Isso ocorre porque eles dirigem em alta velocidade nas estradas da Europa e muito pouco na cidade – o que é um reflexo da infraestrutura rodoviária europeia.

Mas com a abertura do mercado nos anos 90 e o surgimento de empresas orientais – Honda, Toyota e Hyundai – as preferências do consumidor brasileiro começaram a mudar à medida que o mercado brasileiro foi colocado à venda de um carro de fabricação japonesa nos EUA – eficiente, confiável e fácil de dirigir.

Apesar de o Japão ser a terceira maior economia do mundo, a Honda e a Toyota, e mais tarde a Hyundai, desenvolveram carros e serviços para agradar o consumidor americano.

E os EUA, apesar de ter uma infraestrutura muito melhor que a do Brasil, existem algumas características que convergem, como a superfície da estrada abaixo da vista na Europa e os limites de velocidade das estradas.

Consequentemente, o “comportamento dinâmico” não é muito relevante para os americanos e também para o brasileiro médio, devido à realidade física e jurídica (limite de velocidade) das estradas brasileiras. E embora o europeu, e o brasileiro também goste, da transmissão manual, o americano adora transmissão automática.

Após o surgimento no Brasil da Honda e da Toyota, nomeadamente do Civic e do Corolla, que fez com que os consumidores aderissem ao câmbio automático.

Esses dois sedans sempre foram vendidos principalmente com uma transmissão automática, tecnicamente Toyota e Honda sempre foram modelos com soluções de engenharia conservadoras.

Motores turbo?

Só agora o Civic oferece apenas uma versão de prateleira superior.

Embreagem de mudança de marcha dupla?

Nada até agora.

Além disso, eles sempre foram sedãs práticos e ganharam a reputação de serem indestrutíveis.

Além disso, o consumidor brasileiro também foi exposto a outra característica típica americana, a excelência do mercado de reposição, também oferecido pela Honda, Toyota e mais recentemente Hyundai.

Este conceito se trata de um sedan leve, confortável, seguro, com bom desempenho, simples de usar, com custos previsíveis. estes aspectos agradam muito o consumidor brasileiro.

O mercado automobilístico brasileiro teve uma mudança desde a abertura das importações.

Anteriormente, os preferidos eram os carros esportivos com câmbio manual, mas atualmente o brasileiro deseja utilitários esportivos e sedãs práticos, espaçosos e fáceis de dirigir – dos quais o Corolla é o principal representante.

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